Kaino Labs

Na semana que vem você edita. Não recomeça.

Seu vídeo é um documento: cada clipe, cada corte, cada texto é um campo com nome. O vídeo da semana que vem abre o documento do desta semana, troca o que mudou e mantém o resto — porque nada ali foi arrastado com o mouse, foi escrito.

Você traz o ângulo, o roteiro e a narração. O Kaino monta o vertical 1080×1920, renderiza na nuvem e devolve o arquivo. Você publica pelo Studio do YouTube: a gente não toca na sua conta.

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Sem cartão para começar.

O documento, e o frame que ele produz

{
  "id": "s3-counter-a",
  "start": 19.89,
  "duration": 8.41,
  "source": {
    "type": "counter",
    "value": { "keyframes": [
      { "t": 0.0, "v": 0.0 },
      { "t": 1.15, "v": 82.7, "ease": "outCubic" }
    ] },
    "font": "anton",
    "size": 112,
    "color": "#F4F7FF",
    "decimals": 1,
    "decimal": ".",
    "letter_spacing": 1.0,
    "max_width": 300,
    "max_width_mode": "shrink"
  },
  "transform": { "position": [-245, -165] }
}
Um clipe, copiado de um projeto que existe — um vertical que o dono do Kaino publicou no canal dele. É ele que desenha o 82.7 do vídeo ao lado: o número sobe de 0 a 82,7 em 1,15 s, desacelerando no fim, em Anton 112.
6,5 s do vídeo pronto, com som — aqui em 270×480 para não pesar; o que sai é 1080×1920. Renderizado pelo mesmo backend que roda na nuvem.

Na semana que vem esse benchmark é outro número. Trocar 82.7 por 91.4 é a edição inteira: a animação, a posição, o tempo e a legenda que acompanha a fala continuam onde estavam.

Para quem é

Para quem já escreve: operador de canal, criador com roteiro pronto, agência que produz o mesmo formato toda semana. O ângulo editorial continua sendo seu — o texto é escrito por você, e isso é de propósito.

Se o que você quer é um botão que inventa o vídeo sozinho, ou cortar uma live longa em shorts, o Kaino não é para você hoje. Está na lista do que ele não faz, sem rodeio.

O que sai

Como funciona

  1. Você cria a conta e abre um projeto. Em branco ou a partir de um formato pronto.
  2. Sobe a narração e a mídia, e monta a timeline. O editor roda no browser: preview quadro a quadro, forma de onda do áudio, texto com contorno, animação por keyframe, transições e ajuste de brilho e cor.
  3. Manda renderizar e baixa o arquivo. O render acontece na nossa máquina; você fecha o browser e volta depois.

Preço

sob consulta um plano só, sem escada de crédito

Um plano só: sem crédito para comprar, sem medidor correndo enquanto você edita, sem surpresa na fatura no mês em que o vídeo deu trabalho.

O que o Kaino não faz

Está aqui porque descobrir isso depois de pagar é o que gera estorno:

A caminho, e ainda não cobrado

Estas três estão prontas na ferramenta de linha de comando e ainda não no browser. Enquanto não estiverem, elas não entram no que a assinatura promete:

Por que o vídeo 2 é mais barato que o vídeo 1

O primeiro vídeo custa o que custaria em qualquer ferramenta: alguém monta. O segundo abre o documento do primeiro. Você troca o número, o título e a narração; posição, tempo, desaceleração, tipografia e a legenda que acompanha a fala continuam onde estavam, porque nada disso foi arrastado — foi escrito, e está no arquivo com nome e valor.

Numa timeline binária, "o vídeo da semana passada" é um projeto que você reabre e refaz na mão. Aqui é um texto que você edita. Quem publica o mesmo formato toda semana não compra a primeira montagem: compra a quinquagésima.

O editor do Kaino no browser: à esquerda a mídia do projeto, no centro o preview do vídeo vertical no instante 0:22.46, à direita o painel de propriedades do clipe selecionado com start, duração e as curvas de keyframe de posição e escala, e embaixo a timeline com as trilhas de vídeo, legendas e áudio.
É isto que você reabre na semana seguinte: o mesmo documento, com os campos do clipe selecionado do lado direito.
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